Observatório de recursos humanos em saúde no Brasil: estudos e análises – Volume 1

Foto: Araquém Alcântara

 

Ministério da Saúde

Esta publicação representa parte do esforço desenvolvido por instituições acadêmicas brasileiras que tratam de investigar aspectos relacionados ao objeto ‘recursos humanos em saúde’, ofertando, ao universo investigativo e de gestão de serviços, parâmetros úteis ao dia a dia dos interessados por tal temática.

A consolidação de uma rede observatório, que trate do aprofundamento analítico das questões decorrentes do desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no que se refere aos seus recursos humanos, busca permitir aos seus gestores a possibilidade de que suas decisões tenham uma maior pertinência para com o alcance dos objetivos estratégicos do sistema, bem como um pertinente ‘olhar’ sobre os fatos relevantes e sobre as alterações deste importante componente do SUS.

Criada para monitorar os fluxos da oferta e demanda da força de trabalho do setor e das ocupações de saúde (formação e emprego e salário); analisar o desenvolvimento das estratégias e metodologias de formação e capacitação de recursos humanos em saúde; acompanhar o processo de mudança das relações de trabalho e emprego no setor; desenvolver estudos, metodologias e indicadores que possibilitem a avaliação da eficiência, eficácia, efetividade e segurança do trabalho em saúde (produtividade e qualidade dos serviços); fomentar o desenvolvimento de mecanismos de gerência da força de trabalho, especialmente nos aspectos relativos a contratação remuneração e incentivos; acompanhar as demandas da regulação do exercício profissional e das ocupações na área da saúde; e analisar as implicações da reforma administrativa do Estado e da reforma do sistema de serviços de saúde sobre a formação e utilização dos recursos humanos em saúde, a Rede Observatório de recursos humanos em saúde é fruto da parceria do Ministério da Saúde MS com a Organização Panamericana da Saúde (OPAS) e instituições nacionais de pesquisa com vistas a suprir uma carência até então existente, representada pela deficiente e irregular articulação dos interesses pertinentes a área de RH que tanto importam para a superação de obstáculos dados ao SUS.

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